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E se o celular não existisse?
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A habilidade de alguns homens de manter diálogos inteligentes pode ser influenciada por diversos fatores, como sua própria natureza, aquisições culturais e experiências sociais, entre outras. Além disso, é senso comum que o homem tem mais dificuldade do que a mulher para conversar e expor suas emoções. Há outro fator, porém, que pode reforçar essa deficiência: o uso excessivo de internet e smartphones.


Esse hábito pode impactar negativamente o ambiente de trabalho e gerar, por exemplo, dificuldade de desenvolver conversas e soluções inteligentes, além de falta de autoconfiança. A interferência da tecnologia na vida do homem se estende ao convívio social, resultando em menor disposição para sair com amigos e a família, além de dificuldades para estabelecer relacionamentos.


Originalmente destinado a chamadas telefônicas, o celular se transformou em uma ferramenta multifuncional. Ele é capaz de capturar imagens, ajudar a gerenciar a agenda, realizar cálculos, enviar mensagens, acessar redes sociais, realizar transações bancárias e muito mais, o que simplifica inúmeras tarefas. Por outro lado, o malefício do avanço tecnológico também se tornou evidente. Uma pesquisa da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, iniciada em 2021, revelou que, em dois anos, por conta do uso excessivo do celular, houve um aumento de 14% para 20% no número de homens que reconhecem sua dificuldade de se comunicar com as mulheres.


É importante lembrar que, no passado, quando a tecnologia não era onipresente, os celulares eram artigos de luxo e não tinham as funcionalidades atuais. Nessa época, as interações pessoais eram mais significativas, pois as pessoas se comunicavam face a face e dedicavam tempo a atividades como alugar filmes em locadoras, consultar dicionários físicos, fazer passeios com mais frequência, conversar e sair com os amigos, o que tornava o contato social mais humanizado.


Atualmente, as interações nas redes sociais digitais frequentemente carecem da profundidade que as interações presenciais oferecem. O uso excessivo de emojis e mensagens de texto está enfraquecendo as habilidades de comunicação, resultando em interações frágeis e superficiais. Em situações sociais, as pessoas muitas vezes estão fisicamente presentes, mas distraídas olhando para as telas do celular, o que prejudica a qualidade das conversas e leva a uma desconexão social. É comum ver grupos e casais em restaurantes que estão mais envolvidos com seus smartphones do que com a interação direta.


Aprimorar a comunicação interpessoal, especialmente com as mulheres, envolve algumas atitudes importantes, como priorizar encontros presenciais, evitar o uso excessivo de dispositivos tecnológicos, estabelecer limites para o tempo dedicado ao celular e às redes sociais e conectar-se com as pessoas que estão ao nosso redor. E, caso sua intenção seja iniciar um relacionamento amoroso, vale a pena participar da Terapia do Amor, uma reunião que ocorre todas as quintas-feiras na Universal.


Se você, leitor, quer aprender a dialogar e criar relações genuínas, comece fazendo uma transformação em si mesmo. Você já ouviu falar do Projeto IntelliMen? Ele desafia homens a aprimorarem todas as áreas de suas vidas com base em orientações da Palavra de Deus e a buscarem uma formação integral. Para conhecer melhor o projeto, acesse sites.universal.org/ intellimen.


fonte https://www.universal.org/noticias/post/e-se-o-celular-nao-existisse/

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