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Nicarágua e Cuba se destacam na perseguição aos cristãos
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Para além das belezas do Mar do Caribe e da Amazônia Colombiana, nossos irmãos na fé latino-americanos encaram uma realidade muitas vezes ignorada pelos turistas: a perseguição religiosa. Na América Latina, Nicarágua e Cuba se destacam na Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2024, o ranking com os países mais perigosos para os cristãos, como países onde a perseguição mais aumentou. Mas ao todo, em seis nações latino-americanas os seguidores de Jesus enfrentam ameaças, discriminação, prisões e privações por amarem a Cristo. De acordo com a pesquisa da Portas Abertas para a Lista Mundial da Perseguição 2024, Nicarágua, Cuba, México e Colômbia são as quatro nações onde há maior hostilidade contra cristãos na América Latina. Nicarágua é o país que mais subiu na LMP 2024 e Cuba é a 4ª nação que mais ascendeu no ranking. Além delas, Honduras e Venezuela fazem parte da Lista de Países em Observação, ou seja, países que não entraram na LMP 2024, mas apresentam perseguição a ponto de demandarem monitoramento mais atento da situação dos cristãos locais pela Portas Abertas. Conheça a seguir um pouco dos quatro países da América Latina na Lista Mundial da Perseguição 2024. Nicarágua (30°) A situação dos cristãos na Nicarágua continua se deteriorando rapidamente. O presidente Ortega e sua esposa atacam com frequência as vozes dissidentes do regime, especialmente quando se trata dos líderes de igrejas. Eles direcionam grande hostilidade aos líderes cristãos por meio de prisões arbitrárias, exílio forçado e confisco de propriedades das igrejas. A situação se tornou tão grave que chamou a atenção da Comunidade Internacional, que rejeita as violações de direitos humanos. A intensificação exacerbada da perseguição religiosa fez com que a Nicarágua fosse da última posição (50ª) na Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2023 para 30ª na LMP 2024. A Portas Abertas ajuda os cristãos locais com capacitação de líderes, treinamentos para enfrentar biblicamente a perseguição e distribuição de Bíblias. Cuba (22°) O regime cubano manteve a política de pressão aos seguidores de Jesus no último ano, especialmente sobre os que participaram dos protestos em 2021 e os que publicamente se opõem ao novo Código da Família, aprovado em setembro de 2022. As eleições parlamentares, que aconteceram em março de 2023, não foram livres ou imparciais. Elas foram usadas para promover o governo comunista. Muitos cristãos cubanos têm medo de denunciar qualquer caso de perseguição ou acreditam que já não podem fazer diferença alguma. Há 65 anos Cuba é regida pelo comunismo e, desde então, os cristãos enfrentam grande pressão com enorme fé e coragem. Por isso, parceiros locais da Portas Abertas organizam treinamentos bíblicos e encorajam com frequência os líderes cristãos. Colômbia (34°) A situação para os cristãos na Colômbia não mudou muito no último ano. Alguns curtos e instáveis períodos de trégua e acordos de paz geraram uma ligeira queda da violência, e consequentemente, de posições do país, de 22° na LMP 2023 para 34° na LMP 2024. Apesar disso, a disputa sangrenta de grupos guerrilheiros na região não cessou. Nos locais controlados pelos grupos armados, os cristãos são alvos de violações dos direitos humanos, ataques e podem ser assassinados por defenderem uma vida longe do crime e da violência. Dessa forma, é nas áreas mais remotas do país que os seguidores de Jesus enfrentam maior pressão. Em algumas comunidades indígenas, também nas áreas rurais, a oposição aos que se convertem ao cristianismo também resulta em punições severas. Por isso, a Portas Abertas atua acolhendo crianças cristãs vítimas de violência no Abrigo Lar Cristão, além de oferecer treinamentos bíblicos e projetos de geração de renda na Colômbia. México (37°) A perseguição aumentou no último ano no México. Os cristãos estão enfrentando pressão crescente na vida privada e nas expressões individuais de fé, como compartilhar o evangelho na internet ou possuir uma Bíblia em comunidades indígenas. Mesmo os pequenos gestos que identificam cristãos nas áreas mais remotas do país podem causar grandes riscos. Ataques às igrejas ou propriedades particulares de cristãos também são formas de repressão que as comunidades têm enfrentado. O medo de retaliações silencia muitos cristãos locais. As gangues criminosas, cartéis de drogas e grupos indígenas continuam sendo os principais agentes de perseguição a cristãos no México. A Portas Aberta atua na região com treinamentos para enfrentar biblicamente a perseguição e capacitação de líderes cristãos. fonte https://portasabertas.org.br/noticias/cristaos-perseguidos/nicaragua-e-cuba-se-destacam-na-perseguicao-aos-cristaos  

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