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Quando a hipocrisia transborda
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No código de ética que rege o jornalismo constam princípios como a verdade, a credibilidade e a imparcialidade. No entanto não são todos os profissionais e veículos de comunicação que priorizam esses valores, tampouco o bem comum acima de seus próprios interesses. À medida que a demanda por informação cresce, o espaço que a mídia ocupa na sociedade também se expande. Mas, infelizmente, esse poder, que deveria beneficiar a população por meio da conscientização e do estímulo ao senso crítico, hoje tem sido usado por muitos veículos sensacionalistas e sem compromisso com a imparcialidade como um método para implantar sutilmente suas ideologias e seus interesses na sociedade.


Como um ditador anticristão se transforma em um príncipe herdeiro? Recentemente, uma reportagem do portal G1, do grupo Globo, divulgou uma reunião diplomática do atual presidente do Brasil, Lula da Silva, com o primeiro ministro do Reino da Arábia Saudita, Mohammad bin Salman, para tratar de investimentos. A abordagem da manchete chama a atenção pela forma como ela se refere a Salman: ao ser associado ao presidente Lula, ele foi descrito como “príncipe herdeiro”. Porém, em um artigo do jornal O Globo, do mesmo grupo, que relacionava Salman ao ex-presidente Jair Bolsonaro, ele foi descrito como “ditador anticristão” (veja à dir.). Entenda que a comparação entre as duas descrições dadas a Salman não tem relação com preferência partidária ou ideológica. O objetivo é alertar nossos leitores sobre as estratégias tendenciosas que são usadas por parte da mídia na tentativa de confundir ou influenciar a mente de seus consumidores – mesmo que isso seja feito com a simples mudança de palavras de uma manchete. Essa realidade não se limita apenas à política.

Quando o alvo é a Universal


Imagine se você sofresse, ao menos uma vez por semana, um ataque por parte da imprensa. Assim têm sido os ataques do UOL e de seus sites parceiros contra a Universal. Nos últimos oito anos, entre 2015 e 2023, já foram publicadas 364 notícias tendenciosas ou fake news contra a Igreja. O UOL continua sendo o campeão de ataques contra a Universal na imprensa brasileira. E, ainda que muitos receptores conscientes não tenham se deixado levar por tais conteúdos, inúmeros outros se tornaram vítimas da mídia mal-intencionada.


É importante destacar que, assim como ocorria antes da era digital, ainda existem bons profissionais e veículos de comunicação comprometidos com a verdade, a imparcialidade e o bem comum, mas, em contrapartida, infelizmente não são poucos os que executam o seu trabalho com outros fins. Assim, para garantir a preservação da verdade, cada cidadão precisa desenvolver um olhar mais crítico e uma avaliação minuciosa sobre os tópicos e argumentos propagados pela imprensa. Esse é um papel que cabe a todos, independentemente da crença ou das preferências políticas.


Por isso, leitor, redobre a sua atenção em relação às notícias, mesmo que elas sejam produções de veículos de imprensa considerados renomados. Na era das narrativas muitas das vezes mentirosas, considere os fatos, verifique as fontes, apure as informações, desconfie do conteúdo tendencioso e denuncie, pois a impressão que se tem é que manipular as pessoas parece ser a atividade-fim desses veículos e, dessa forma, a hipocrisia transborda.


fonte https://www.universal.org/noticias/post/quando-a-hipocrisia-transborda/

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