Atos 29 Noticias
Atos 29 Noticias
Você vive de filtros?
Atos 29 Noticias


Você já teve a surpresa de ver a foto de uma pessoa nas redes sociais e, ao encontrá-la pessoalmente, perceber que a aparência dela era bem diferente daquela imagem? Estamos vivendo na era dos filtros, em que muitos desejam mostrar algo que não são. As redes sociais são o grande palco desse fenômeno em que pessoas de todas as idades são atraídas para o inesgotável universo de filtros que mascaram a realidade. Na internet, boa parte das pessoas faz de tudo para parecer ser alguém que seja apreciado pelos outros. E muitas levam essa falsa aparência para além do ambiente digital e, na vida real, se esforçam para parecer alguém que não são. Algumas fazem discursos bonitos, mas vivem mentindo, outras se esforçam para mostrar que são honestas, mas estão envolvidas em ações ilícitas e há ainda aquelas que garantem que são fieis, mas traem às escondidas. Até mesmo dentro da igreja existem pessoas que se empenham em serem vistas como de Deus e aparentam viver em santidade, mas só elas, Deus e o diabo sabem da realidade de pecado em que vivem.


Mas até quando as pessoas vão usar “filtros” na vida real para mostrar ser quem não são? Será que isso traz felicidade? No início, as falsas aparências podem até gerar alguns benefícios, mas quanto tempo eles duram? A alegria e o bem-estar fingidos que muitos encenam dentro e fora da internet são, na verdade, um escape para uma realidade cheia de mentiras, sofrimento, inveja, medo, dúvidas, traições e outros problemas. Ou seja, muitos levam uma vida dupla. A vida de aparência é enganosa e, mesmo depois de tomar inúmeras decisões erradas para mantê-la, muitas pessoas resistem em reconhecer seu erro. Geralmente, elas estão tomadas pela hipocrisia, pelo autoengano e pelo orgulho e ficam nervosas quando são questionadas sobre suas mentiras. Agindo assim, elas estão cavando muitos sofrimentos para si mesmas e para as pessoas próximas.


Como a mentira não se sustenta por muito tempo, logo a verdadeira face da pessoa é descoberta e, com isso, ela começa a perder tudo que conquistou com falsidades, como relacionamentos, negócios e parcerias. Quando o engano é descoberto, muitas pessoas pensam em desistir de tudo e ficam em uma situação ainda pior. Abandonar a vida de aparência exige uma renúncia, um sacrifício. O problema é que muitas desejam que Deus as veja e as socorra, mas não querem abrir mão da vida dupla. O socorro está em Deus, mas, para que Ele as ajude, elas devem ser verdadeiras com Ele. A Bíblia deixa isso claro em Isaías 29.13: “Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de Mim, e com a sua boca, e com os seus lábios Me honra, mas o seu coração se afasta para longe de Mim e o seu temor para Comigo consiste só em mandamentos de homens, em que foi instruído” .


A vida de aparência pode ser mantida por um tempo, mas é algo insustentável. Já na época do Senhor Jesus havia essa prática quando os líderes religiosos impunham pesadas cargas ao povo, com regras e ordenanças que eles mesmos não praticavam. A preocupação daqueles religiosos era mostrar uma falsa santidade às pessoas (leia mais em Mateus 23.1-5). Jesus os comparou a sepulcros caiados: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia” (Mateus 23.27).

Livre-se dos ornamentos


No programa Inteligência e Fé, o Bispo Renato Cardoso explicou a passagem bíblica de Êxodo 32, que mostra que, enquanto Deus estava dando a Moisés as tábuas dos Dez Mandamentos no topo do Monte Sinai, o povo lá embaixo ficou ansioso e decidiu fazer um bezerro de ouro para que a imagem de um suposto deus o guiasse do deserto até a Terra Prometida. Para isso, as pessoas doaram o ouro que tinham recebido dos egípcios, na saída do Egito, e deram para a construção do bezerro como uma espécie de dízimo. Quando o bezerro de ouro ficou pronto, elas o cultuaram, o chamaram deus e se despiram, dançaram, festejaram e fizeram sacrifícios no altar para ele. E assim quebraram mandamentos Divinos. Por intercessão de Moisés, Deus decidiu lhes dar uma chance com a condição de que elas removessem os ornamentos que estavam usando como parte da festa para o bezerro. “Tirá-los era uma condição para que Deus falasse com elas e lhes desse uma chance para que mudassem e continuassem no rumo à Terra Prometida. Isso significa que, para que Deus faça alguma coisa grande na vida de uma pessoa, ela precisa se despojar dos fingimentos, dos ornamentos, das máscaras que costuma colocar para dar a impressão de que é alguma coisa, para esconder quem realmente é”, disse o Bispo.


Com os ornamentos, o povo tentava esconder de Deus o que realmente estava dentro de si. “Diante de Deus, aquelas pessoas falaram palavras bonitas que não cumpriram, foram fingidas. Então, Deus lhes deu a condição de que tirassem os ornamentos, em outras palavras, que mostrassem quem realmente eram”, afirmou. Enquanto uma pessoa insistir em mostrar uma realidade que não é a dela, ela colherá frutos do engano que está plantando. Apenas quando ela buscar ajuda Divina e abandonar esse comportamento é que sua vida será transformada, como aconteceu nas histórias a seguir.

Felicidade de fachada


Seja por influência da mídia, seja pelo histórico do Brasil, muitos meninos sonham em ser jogador de futebol. Depois de lidar com a depressão por conta da separação dos pais, Allyson dos Santos, (foto abaixo) de 33 anos, usou todas as suas forças para se tornar um jogador de futebol e conseguiu atingir seu objetivo. “Eu era um jogador de futebol entre aspas porque assinei um contrato profissional, mas vivia uma vida de miséria. Até que fui emprestado para o time de uma cidade e conheci minha esposa”, diz. A esposa dele, Janaina dos Santos, de 34 anos, jornalista e do lar, carregava uma bagagem emocional recheada de insegurança, baixa autoestima e crises de ansiedade, já que tinha sido traída pelo ex-noivo. No entanto, observando a família dela, Allyson viu que era aquilo que ele desejava ter para si e logo a pediu em casamento. Foi quando a tão sonhada oportunidade de jogar no exterior apareceu. “Ao chegar em Israel, eu tive acesso a más amizades e comecei a levar uma vida de solteiro, mas decidi voltar para o Brasil para me casar. Nós nos casamos no dia 15 e no dia 16 fomos juntos para Israel. Quando cheguei lá, continuei vivendo uma vida de solteiro”, conta.


Allyson apenas escondia quem realmente era, como explica: “eu era uma pessoa literalmente vazia, triste e que sofria internamente, mas não demonstrava por orgulho, por medo do que iriam pensar e por vaidade da minha profissão. Eu vivia uma vida de mentiras e só minha esposa sabia quem eu realmente era: um homem que traía e mentia muito”. Janaina conta o que tudo isso acarretou: “havia discussões entre nós porque ele não aceitava ser questionado. Depois de mais uma traição, dei um basta. Eu o questionei, mandei print, mostrei para ele que tinha provas e ele ficou muito irritado com aquilo”. Enquanto na vida real o casamento desmoronava pela falha de caráter de Allyson, nas redes sociais o casal estava sempre postando fotos juntos, sorrindo. Um dia, Janaina chegou ao limite, procurou ajuda na internet, encontrou a página do The Love School em Israel e pediu ajuda. Depois de conversar com o palestrante, que antes de se dedicar à Obra de Deus também era jogador de futebol, Allyson se sentiu à vontade para tirar o filtro e buscar uma mudança. Janaina e ele decidiram seguir os conselhos e fazer o curso Casamento Blindado. “Nas palestras, nós sempre ouvíamos que poderíamos reconstruir nosso casamento, mas, se não tivéssemos também o Espírito Santo e não nascêssemos de novo, nós não o manteríamos”, conta Janaina que, ao lado de Allyson, decidiu buscar o batismo com o Espírito Santo.


Um dia, exausto depois de um treino, Allyson foi até o Altar e pediu a Deus que aquela não fosse mais uma noite como as demais em que buscava o Seu Espírito e nada acontecia. Daquela vez, ele foi sincero com Deus e, enfim, recebeu o batismo com o Espírito Santo. O mesmo aconteceu com Janaina, depois que ela decidiu largar a mágoa e perdoar. Desde então, o casal passou a viver em plenitude, de acordo com o plano de Deus. “Hoje tenho a sabedoria que vem do Alto para lidar com as guerras do dia a dia e a verdadeira felicidade, que só o Espírito Santo pode conceder”, destaca Janaina. Allyson completa: “se não fosse o caminho da Fé, nós não estaríamos juntos. Eu poderia estar morto ou vivendo uma vida de miséria, pois não teria 1% da qualidade de vida que Deus me concedeu, acima de tudo espiritualmente, mas também fisicamente. Sou grato a Deus por tudo que Ele fez, tem feito e ainda fará em nossa vida”.


Com o casamento restaurado, o casal teve uma filha, a pequena Alice. Allyson afirma que sua carreira deslanchou e hoje ele também se dedica a ajudar jovens que passam por problemas que ele já enfrentou, como a depressão. O casal faz parte da Força Jovem Universal em Cuiabá (MT).

Enganando os outros e a si mesma


A empresária Joyce da Silva Santos, (foto abaixo) de 28 anos, afirma que, além da falsa aparência, viveu o autoengano por 28 anos dentro da igreja. Ela, que cresceu frequentando a Universal no Pará, onde vive, revela que a fé a fez alcançar o que jamais imaginou, como uma casa de alto padrão, duas empresas e tudo que desejou. No entanto sua fé só era usada para conquistas materiais e quando olhava para dentro de si só havia tristeza e vazio. “Fui vendo que dentro de mim havia um vazio que o dinheiro não preenchia. Nem as viagens, os lugares bonitos que eu frequentava e os carros que eu tinha preenchiam. Por vezes, eu peguei o carro para dar uma volta para chorar”, diz. Joyce enfatiza que quem a via achava que ela era feliz, mas, longe do Espírito Santo e tentando enganar a si mesma, ela só acumulava frustrações. “Eu tomei decisões erradas. Uma delas foi o meu primeiro casamento, que não durou e me trouxe muito sofrimento e traumas. Sem a direção de Deus, eu escolhi errado de novo e me casei pela segunda vez e esse casamento durou menos do que o primeiro. Depois, conheci mais uma pessoa e me casei novamente. Eu continuava sendo vazia, sem ânimo e sem alegria”, afirma.


De repente, ela percebeu que estava depressiva, pois, na tentativa de preencher o vazio e ser feliz, ela decidiu ser mãe. “Eu pensei que talvez estivesse faltando um filho para que eu fosse feliz e engravidei, mas com oito semanas sofri um aborto espontâneo e aquela alegria que eu tinha criado sumiu”, recorda. Joyce revela que se tornou pessimista. “Eu passei de uma pessoa fervorosa, que usava a fé e que havia conquistado tudo aquilo no passado para uma pessoa pessimista e já não conseguia esconder a tristeza dentro de mim. Meu jeito era triste, minhas palavras eram tristes. Parecia que eu nunca tinha conhecido a Fé.”


Foi refletindo sobre sua vida que Joyce reconheceu que lhe faltava o principal: o Espírito Santo. “Deus permitiu que eu passasse por todas aquelas situações difíceis, que me causaram dor e sugaram as minhas forças, para que eu entendesse que aquele vazio dentro de mim era a falta do Espírito Santo.” Ela continuava frequentando a Universal e reconheceu seu real estado espiritual em outubro de 2022. “Lembro-me de uma pregação do Bispo Macedo em que ele disse que tínhamos que ser sinceros com Deus e contar nossa realidade. Eu, então, falei ‘Senhor, olha tudo que eu já conquistei priorizando o meu exterior e olha como está o meu interior. Está quebrado. Eu tenho 28 anos e não tenho o teu Espírito e não quero mais priorizar o material. Eu preciso do teu Espírito’”, relata.


Depois de fazer essa oração, ela decidiu se batizar nas águas de novo e recomeçar sua vida, mas dessa vez tendo o Espírito de Deus como alvo e prioridade. “O Espírito Santo veio sobre mim e me batizou. Assim, a tristeza, o medo e a ansiedade que eu sentia desapareceram naquele momento. Eu me senti tão forte na presença do Espírito Santo que comecei a adorá-Lo. Foi uma alegria muito grande e hoje essa alegria habita em mim”, afirma. Joyce explica que agora não precisa de coisas e pessoas para ser feliz e que tem um casamento abençoado. “Meu esposo e eu servimos a Deus e hoje eu tenho uma felicidade que não vem de fora, mas de dentro para fora. Se Deus me tirasse tudo que Ele me deu, ainda assim eu seria feliz, pois tenho o Espírito Santo e minha felicidade já não é fingida”, finaliza.

SEIS ANOS DE APARÊNCIAS


Os empresários Jenifer Oliveira da Silva Pizzarro, de 33 anos, e Eduardo Ferreira Pizzarro, (foto abaixo) de 41 anos, afirmam que eram um casal “fake”, pois viviam de aparências. Ela conta que desde a infância já tinha sinais de depressão por conta do divórcio dos pais. “Aos 14 anos, eu me relacionei com um rapaz, mas era muito imatura na época e fiz dele o meu mundo, até que descobri que ele era casado com uma prostituta. O relacionamento terminou e eu me afundei na depressão. Eu não me alimentava e o meu pai, na tentativa de me dar alegria, me mandou para o Rio de Janeiro. Foi então que eu conheci o meu esposo e decidi engravidar e me casar. Eu achava que teria uma nova vida e que viveria tudo aquilo que não tive. O meu filho nasceu e, seis meses depois, faleceu. Eu caí ainda mais na depressão”, explica. Jenifer já conhecia o trabalho da Universal e decidiu que frequentaria a igreja com o esposo, mas eles não focaram no mais importante. “Em vez de estar dentro da igreja buscando o que realmente nos preencheria, o Espírito Santo, nós estávamos buscando pela vida material, pois achávamos que ela nos proporcionaria alegria e bem-estar”, destaca.


Ela conta que passava o dia inteiro no shopping e, quando dava o horário de ir embora, ficava triste. Ela e o marido iam à igreja só quando sobrava tempo. De tanto esconder sua realidade, Jenifer explica que perdia o controle quando a enfrentava. “Meu marido e eu brigávamos muito e havia até agressões físicas. Em uma de nossas brigas, eu peguei uma faca e parti para cima dele. Meu objetivo era matá-lo e ele, na tentativa de me desarmar, revidava. O cenário dentro de casa era um e fora era outro diferente, pois nós parecíamos uma família perfeita. Ficamos seis anos vivendo de aparências dentro da igreja”, diz. Durante a pandemia, o pai de Jenifer faleceu e ela se sentiu perdida. Nessa época, o casal já tinha duas filhas. “No nosso quarto tinha muito remédio e eu dava o dízimo para a farmácia só para que atendessem minha esposa. Em uma das discussões dentro do carro em movimento, ela abriu a porta para se jogar. Minha filha, que estava no banco de trás, a abraçou e pediu que ela não fizesse aquilo”, recorda Eduardo. Nesse mesmo dia, a caminho de casa, Eduardo decidiu parar na Universal para buscar ajuda para a esposa. Lá, o Bispo explicou para eles que só o Espírito Santo teria a solução para eles. Aquelas palavras ficaram dentro de Jenifer e ela decidiu focar no Espírito Santo: “em casa, eu comecei a pensar que ninguém poderia me ajudar, então decidi mudar a minha vida e percebi que nada faria mais sentido do que eu estar com a minha família no Altar”.


Então, juntos, eles começaram a buscar o Espírito Santo. “Eu deixei de ser aquele homem mentiroso, troquei o status financeiro pela maior riqueza, o Altar. Essa foi a maior troca. Aquele final de ano, quando eu tomei a Santa Ceia e recebi o Espírito Santo depois de fazer uma oração sincera, foi um divisor de águas. A oração sincera não é aquela que você fala palavras bonitas. Ela é simples, é a sua verdade derramada diante de Deus”, diz Eduardo. Jenifer também se entregou de forma sincera e, como resposta, recebeu seu bem maior. “Eu entreguei tudo para Deus e, ao descer do Altar, recebi o Espírito Santo. Eu nunca tinha sentido alegria e paz e elas passaram a existir dentro de mim. Eu passei a ter vontade de viver independentemente do que acontecesse fora de mim. Hoje somos felizes de verdade e não temos nada a esconder”, garante Jenifer. Depois disso, quando eles já tinham a Presença de Deus, tudo que não havia acontecido em seis anos de engano se tornou realidade em apenas um ano. “Nós começamos a caminhar juntos de verdade pela primeira vez. Hoje temos uma família que não é perfeita, mas está muito perto da perfeição. Nossas filhas têm prazer de estar conosco, nosso casamento é abençoado, temos a nossa empresa, que, graças a Deus, é muito abençoada. Fazemos parte do grupo do Resgate e procuramos levar ao próximo o que recebemos”, conclui Eduardo.

E você?


Deus manda que você tire os ornamentos, se quiser ajuda Divina e estiver cansado de fingir uma vida que não é a sua. Seja sincero, assuma sua realidade por mais feia que ela seja e a leve para Deus sem fingimentos e hipocrisias, peça misericórdia e busque mudança em seu interior. Deus pode intervir na sua vida e mudá-la só depois que você se derramar com sinceridade. A vida que você deseja está ao seu alcance e só depende de você!


fonte https://www.universal.org/noticias/post/voce-vive-de-filtros/

× Fale com Apostolo Helio?